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Agenda Cultural
O que fazer em Juiz de Fora?
outubro 2025
dezembro 2025
Mostra Hip-Hop Gerais / Mapeamento dos grupos e artistas do HIP-HOP
Organizador
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ONG FAVELA É ISSO AÍ
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Website
https://www.instagram.com/favelaeissoai/
Categoria
Esse evento tem a finalidade de mapear os artistas e grupos de HIPHOP da cidade de Juiz de Fora e fortalecer o movimento. Em breve através do Instagram da ONG @favelaeissoai mais detalhes e a programação completa dos cursos, eventos e apresentações serão divulgadas.
A Mostra é uma realização da ONG Favela é Isso Aí, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Governo de Minas Gerais e CEMIG, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. O projeto conta com o apoio e a parceria da prefeitura de Juiz de Fora.
Para acompanhar nossas ações, siga as redes:
Instagram: @favelaeissoai @mostradiversidademg
Site: www.favelaeissoai.com.br e www.favelaeissoai.com.br/mostra-diversidade-cultural/
janeiro 2026
O Pequeno Museu dos Extraordinários Erros
Organizador
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Tropeço Coletivo
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Website
https://www.instagram.com/opequenomuseu
Categoria
O Pequeno Museu dos Extraordinários Erros é um museu itinerante, móvel e desmontável que convida o público a ressignificar o olhar sobre a falha, o improviso e o inacabado como partes essenciais do processo criativo. Idealizado pelo Tropeço Coletivo, o projeto propõe a ocupação temporária de quatro praças públicas de diferentes regiões de Juiz de Fora, democratizando o acesso à arte e promovendo experiências sensíveis em espaços abertos.
O evento ocorrerá todos os domingos de janeiro (4 ações), sempre das 10h às 14h nas praças:
04/01 – Praça João Pessoa
11/01 – Praça do Dom Bosco
18/01 – Praça CEU
25/01 – Praça da Estação
As ações incluem:
– Exposição das 11 obras que compõem o acervo do museu itinerante;
– Mediação artística e conversas com o público, incentivando reflexões sobre o erro como potência e como parte das trajetórias pessoais e criativas;
– Oficina de produção de bandeiras e estandartes, onde participantes são convidados a celebrar suas próprias falhas em suportes têxteis, experimentando materiais e processos sem a pressão do “acerto”;
– Acessibilidade em Libras em todas as ações, garantindo participação ampla e inclusiva.
Instalado diretamente nas praças, o museu se revela ao ar livre: compartimentos se abrem, dispositivos se desdobram e o acervo se transforma temporariamente em um espaço de encontro, acolhimento e experimentação. O projeto valoriza o erro como caminho — um gesto que desvia, cria rupturas, abre possibilidades e convida cada pessoa a enxergar beleza no que escapa às expectativas.