De volta com o quadro mais querido do nosso portal, o Gente Nossa de hoje é para agradecer uma das donas e proprietárias do Carnaval JF. Trabalhar com a Luisa é ter a sorte de se sentir acolhido por um sorriso e uma energia viva mesmo em meio a um turbilhão de coisas para fazer no dia a dia da Funalfa. Nossa diva carnavalesca dá conta de um tudo e ainda assim acha espaço para boas risadas e um abraço amigo.
Durante os meses que precederam e, principalmente, durante os dias de folia, Luisa viveu intensamente o trabalho árduo de construir um evento enorme e cheio de detalhes para entregar a festa que a cidade merece. Junto de suas parceiras do Departamento de Formação de Agentes Culturais e Produção (Dfap), fez acontecer um Carnaval completo, seguro e com muita alegria mesmo nos dias de chuva. Isso é que é mostrar o amor e a dedicação com a cultura de Juiz de Fora!
Nome completo: Luisa Neves Klippel
Data de nascimento: 11/05/2002
Cidade natal: Petrópolis/RJ
Família: Minha mãe (Joseane), meu pai (Conrado), meus irmãos (Manuela e Conradinho)
Formação: Geografia
Função na Funalfa: Assessora no Departamento de Formação de Agentes Culturais e Produção
Tempo na Fundação: 2 anos e 6 meses
O que gosta de fazer nos momentos de lazer? “Gosto de assistir filmes, viajar, cozinhar e ir para Petrópolis passar o final de semana com a minha família”
O que mais gosta no trabalho na Funalfa? “Vai ser repetitivo falar o carnaval, mas acho que é tudo o que o envolve (que se arrasta pelo ano inteiro). Mas isso se desdobra através das infinitas licitações, do contato e diálogo que temos com cada proponente de bloco e presidente de escola de samba, da mobilização e momentos de descontração do pessoal da Funalfa e das infinitas reuniões. E daí quando chegam os dias, bloco após bloco e o grande desfile, gosto de ver a quantidade de pessoas que estão vivendo e se expressando culturalmente através dessa grande festa.”
Alguma história que viveu na Fundação te marcou? “No meu primeiro ano na Fundação, ainda como estagiária, estávamos em um dia tenso pré carnaval e nesses dias o clima fica até meio pesado. Em um momento no final da manhã, teve uma movimentação diferente e eu fiquei sem entender o que estava acontecendo Foi quando a Silvania, minha gerente na época, me chamou para o hall principal, para deixar as coisas um pouco de lado e ver o que era. Lá estava uma visita e apresentação da charola de São Sebastião, e foi nesse momentos que, apesar de todo o meu ceticismo (porém batizada na igreja de São Sebastião), não consegui deixar de me emocionar e compreender a grandeza que era trabalhar com cultura. De certa forma, aquilo foi um um escape para a correria, e quando vemos a festa e a cultura acontecendo faz valer toda a preocupação com as papeladas e o administrativo.”